Sábado, 18 de Maio de 2013

Os Ares Transmontanos

Quando penso em Moncorvo, penso em família e descanso.
Torre de Moncorvo é praticamente o berço da minha família. O que não faltam são primos e a marca da árvore genealógica resistente ao tempo.
Sempre  que lá vou reservo apenas 10% do tempo para as tarefas de vida citadina (ler emails, feeds de blogs ou sites e claro, o facebook), pois a vila requer a presença dos meus cinco sentidos em pleno!
Mal chego gosto de respirar bem fundo e absorver todo aquele ar puro (mesmo que carregadinho de pólen excelente para a alergia). Se o fizer à porta de casa, cheiro o rico e suave perfume das rosas da minha avó.

A gastronomia supera tudo. Tem aquele aspecto rudimentar e tosco, nada que se possa comparar a um prato todo elaborado... mas para quê? O tosco é bem melhor! E é tão simples, basta atear umas boas brasas e assar um bom naco de carne mirandesa (já para não mencionar a alheira).
Saudável = simples + natural
Houve quem me perguntasse "Porque raio é que uma dose vale por duas?!". Ora, porque estamos numa terra de pessoas do campo, pessoas que trabalham no duro (ou trabalhavam) e que se acostumaram a comer em quantidades necessárias para o esforço que faziam/fazem.

Estas fotos são apenas uma amostra dos próximos posts. Vou mostrar o restaurante onde se como se estivéssemos em casa. O outro será especialmente dedicado às rosas do jardim da minha avó.

Terça-feira, 14 de Maio de 2013

CMYK: Porque eu gosto de Packaging Design

Desde que descobri o packaging design nos tempos de faculdade ganhei um certo fascínio pela área. Explorei-a em alguns projectos mas depois, a vida profissional levou-me para trabalhar com identidades corporativas, trabalhos editoriais e impressão.
Aqui vão alguns dos exemplos que tenho explorado no Pinterest.

Tão óbvio, tão simples mas tão bem pensado.
Preto e branco.
Preto e branco e cartão.
As cores naturais.

Cartão, nunca é demais.
Aurora Borealis numa caixinha.


Quarta-feira, 8 de Maio de 2013

Koi Park

Num dia de calor em que a praia seria o último lugar para relaxar, decidimos eu a Ana e o meu hubby conhecer o escondido Koi Park.
Segundo uma fonte, o Koi Park apenas existe porque duas pessoas que criavam os famosos peixinhos viram-se com uma grande procura de compradores e como cada vez eram mais porque não tirar proveito do espaço e abrir ao público. Talvez tenham pensado "Quem sabe, as pessoas passem a ter carpas em casa.", pois porque não acho muita piada em ter dois bichinhos minúsculos a girar dentro de um globo de vidro...



O meu entusiasmo direccionou-se tanto para os peixes-gato e os seus grandes bigodes que esqueci-me de fotografar. E infelizmente o reflexo da luz na água mostrou-se um destemido obstáculo.